Como quisera chorar...
E, a partir do meu choro,
Inundar as almas.
Ao inundá-las, recriá-las
Recriá-las para um
Mundo novo viver.
Viver, sim! Fingir, Talvez!
Sonhar, Sempre! Desistir, Jamais!
Depois de tanto chorar...
Descobrir que, do meu pranto,
Rios surgiram irrigando
Todos os corpos...
Até chegar àquele,
No qual não depositaria lágrimas,
Mas, ao contrário,
Com ele trocaríamos prazeres.
E, a partir dos prazeres,
Descobrir que há mais
Alegria do que
A Dor que Vivo!
Enfim, como quisera chorar,
Chorar... Chorar... E Chorar!!!

Gente, eu achei essa foto na internet. A menina não é linda??? Pois é, como gostaria que o meu choro pudesse recriar todos nós seres humanos, transformando-nos em crianças, pelo menos, em nossas almas. Dessa forma, viveríamos sem preconceitos e, muito menos, sem hipocrisia.
Enquanto isso não acontece, vamos fingindo e vivendo. Sonhando e Buscando. Até que chegue o dia em que veremos nascer o verdadeiro amor!
Vou ficando por aqui.
Inté a próxima!
Leo
Esqueci de dizer uma coisa: fui em quem escrevi o texto acima. Fui!!!!!!!
Genteeeeeeeeee,
Primeiramente, peço desculpas por não publicar nenhum poema no nosso bate-papo de hoje. Por favor, perdoem-me.
Hoje desejo, apenas, contar-lhes quão feliz estou pela celebração do meu aniversário, no último dia 13 de junho.
Pra variar (risos), comecei indo à Missa. Sempre começo o meu niver agradecendo a Deus pela oportunidade de viver. Amo a vida! Sempre que rezo, digo a Deus que não tenho medo da morte, mas quanto mais eu puder viver, adorarei!!!
Depois, participei da reunião da Liga Católica. Minha mãe foi eleita presidente da Liga. Acabada a reunião, fui para casa e ajudei nos preparativos finais. Confesso que estava super ansioso por saber quem viria. Amo celebrar meu aniversário e, principalmente, ao lado das pessoas que amo muito.
Pouco antes das 14 começaram a chegar algumas pessoas. Às 15h, já havia bastante pessoas. Sei que chegamos a ter mais de 60 (sessenta) pessoas aqui em casa. Não vou listar nenhum nome com medo de acabar por me esquecer de alguém. Saibam que eu estava cercado por pessoas a quem amoooooooo muitooooooooo. Nem sei como agradecer-lhes.
Às 20h, encerramos a festinha. Tomei um banho e junto com alguns amigos fui para a Boate. Subimos a colina. Foi super legal. Dancei muito. Graças a Deus, tocaram bastante músicas da Madonna.
Saí da boate pouco depois da meia-noite e acabei dormindo na casa de um amigo.
Hum, depois da festa aqui em casa, rolaram 5 (cinco) festas na Cultura. Vejam como meus alunos são doidinhos.
Assim que as fotos estiverem reveladas, vou pondo algumas por aqui.
Hoje, ponho uma que um amigo me enviou. A "galera" fez pré-vestibular comigo. O de camisa azul é o André, o outro é o Fabricio, a Jussara e eu estou com um casaco marrom. Estou feiinho, né???
Vou ficando por aqui. Obrigado a todos que se lembraram de mim no meu aniversário.
Inté a próxima.
Leo

Sair? Fingir? Esconder-se? Viver?
Responder! Enquanto tento ser!
Ser Feliz! Ser eu "mermo"!
Enquanto deixo os medos a ermo.
Entrar! Ser natural! Mostrar-me! Sofrer!
Silenciar! Porque tenho que estar!
Estar Bem! Bem todo o tempo tento me mostrar!
Conseguir? Fracassar? Desistir?
Berrar! Lutar! Existir!
Enquanto tento os verbos conjugar,
Vou fingindo e vivendo, sem jamais deixar de sonhar.
Gente, escrevi esse texto hoje, dia 10 de junho de 2004. Texto, sim! Não ouso chamá-lo de poema.Longe estou de me tornar um poeta.
Ele foi escrito ao som de Madonna ("Like a Prayer", "La Isla Bonita" e "Vogue") e Ana Carolina ("Encostar na tua", "Garganta", "Quem de nós dois" e "Gente Humilde"). Só pelo fundo musical dá para perceber que estou a atravessar uma rota totalmente negra. Enegrecida pela Solidão!!
Sim, aproximam-se o Dia dos Namorados e, logo depois, meu aniversário. E, ao contrário de muita gente, não tenho um alguém especial com quem eu possa compartilhar meus sentimentos. São tantos os sentimentos e ... ninguém!!
Meu coração chora a solidão! Minha Alma dói! Meu corpo questiona-me sobre a ausência de outro corpo sob(re) nós. E, assim, dia-a-dia, tenho tentado conjugar os verbos do existir.
Nessas horas, sinto-me como Casimiro de Abreu, saudoso da infância. Saudoso daquela áurea época na qual o futuro não me era um monstro prestes a devorar-me. Era o futuro um ser desconhecido e amórfico.
Hoje, o futuro encontrou sua forma. Transformou-se em algo cuja velocidade assusta-me deveras.
Enquanto duelo com o Futuro, busco minha Alma gêmea (será que existe alguém por aí para mim???). Será que algum dia encontrarei alguém capaz de dizer-me: Leo, "Aishterú!", "¡Yo te amo!", "Je t'aime!", "Io ti amo!", "Ego te amo!", "S agapo poli!", "I love you!", "Ich lieb dich!", enfim, alguém que me ame???
Tentando responder à contestação anterior, sofro ainda mais. Será que cupido, o Doce e Eterno deus do Amor, algum dia virá me trazer a flecha que há de vir me fazer feliz??? Incapaz de encontrar a resposta, vou fingindo e vivendo. Ansiando por encontrar o dia em que fingir não mais será necessário.
Vou ficando por aqui.
Inté a próxima!!!

O verbo no infinito
Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar
Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.
E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito
E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...
MORAES, Vinicius de. In: Livro de Sonetos. Companhia das Letras, 1991.
A vida é um ciclo. E, como qualquer ciclo, tem seus períodos.
No poema é o Amor o centro do ciclo. Inicia-se no "Ser criado..."
Ao longo do ciclo há de se viver um mar paradoxal: "E então sorrir para poder chorar..."
O poema estabelece o fim do ciclo em "E viver esse amor até morrer...". Contudo, se é um ciclo, como poderia haver um fim? Não há, é claro!! O ciclo reinicia-se em "E ir conjugar o verbo no infinito..."
Caramba!! quando criei esse blog jamais imaginara no prazer que me seria proporcionado: voltar a dialogar com a Literatura.
Sim! a Literatura é, para mim, a personificação, melhor dizendo, ela é a voz vinda à tona de todos os meus sentimentos. Todos os meus berros silenciados ecoam através da voz dos poetas.
Até agora, reli quatro poetas por mim amados: Fernando Pessoa, Gregório de Matos, Gibran Kahlil Gibran e, agora o carioca Vinicius de Moraes. Outros poetas hão de vir. Entretanto, admito que trarei à tona os capazes de expressar meus sentimentos.
Atualmente, tenho buscado esse bendito sentimento conhecido como Amor. Busco o Amor no sentido com o qual buscavam-no os gregos. Em grego a palavra para amor, Agape quer dizer "Amor" e, ao mesmo tempo, "pão, alimento", ou seja, para os gregos, o Amor é Alimento. Ele alimenta a Alma!
Diante de tal busca, tento encontrar o Amor que venha alimentar-me a Alma! E, infelizmente, "impossível" transformou-se no adjetivo a apresentar os resultados da minha busca. Lástima!!! Diante disso, vou chorando até ser capaz de chorar por tanto rir por amar.
Mudando de assunto...
Assisti ao filme "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban". Gostei. Esperava um pouco mais! Pena que o diretor não tenha sido tão fiel ao livro homônimo da escritora britânica J. K. Rowling!
Domingo está chegando! É o meu niver!
Vou ficando por aqui.
Inté a próxima!
Leo
Continuando a sugestão:
CD's:
Madonna - não tenho o Ray of Light; GHV1, Like a virgin, Like a Prayer, Music
The Corrs - só tenho o de capa rosa
Queen - Não tenho nenhum
Abba - Não tenho nenhum
A Teens - Não tenho nenhum
D.V.D.'s:
eu tenho os seguintes:
Friends - 1ª e 2ª Temporada
Senhor dos Anéis - o 2 e o 3
Harry Potter - só o 2º
Sociedade dos Poetas Mortos
Beleza Americana
Madonna - Immaculate Collection
The Corrs - The Best of
ET
Uma Linda Mulher
O Último dos Moicanos
Moulin Rouge
Led Zepellin
Forrest Gump
Ana Carolina
E o Vento Levou
O Quarto Rei Mago
Madonna - uma biografia
Ah, acho que já basta!!! Quem quiser me dar presente, saiba que eu não sou tão materialista assim. (risos)
Inté a próxima!!!
Leo
A AMIZADE
O amigo de vocês
É a necessidade de vocês saciada.
É o terreno onde semeiam com amor
E colhem agradecendo.
Ele é sua mesa e sua moradia,
Pois, com fome, nele vocês se refugiam
E o procuram para a paz de vocês.
Se o amigo lhes segreda seu pensamento,
Não lhe escondam o próprio.
Quando ele cala,
O coração de vocês não cessa de ouvi-lo,
Pois na amizade,
Qualquer pensamento, desejo, esperança
Nasce em silêncio e se comunica com alegria.
Se vocês se separam do amigo,
Não se encham de dor, pois sua ausência
Ilumina vocês naquilo que mais amam nele.
Que não haja na amizade outro objetivo
Do que desenterrar-se mutuamento no Espírito.
Partilhem as alegrias,
Sorrindo na doçura amiga,
Pois no orvalho das pequenas coisas
O coração descobre seu amanhecer
E se conforta.
Poema de Gibran Kahlil Gibran.
Galera,
O poema já fala por si próprio. Vou ficando por aqui.
Hum, faltam 11 dias para o meu niver. Vou ficar velhinho.
Inté a próxima!!
Leo
Já que tá rolando uma pequena pressão sobre lista de presentes de aniversário, eis algumas sugestões:
Como vocês sabem, eu adoro ler, ouvir música e ver filme.
Em relação a livros, eis alguns que eu NÃO TENHO!!!
José Saramago (nenhum livro do autor),
Cecília Meireles (Romanceiro da Inconfidência),
|
|
||
|
||
|